Por: MayaraNailanne
O caso faz parte da Operação Peptídeos, deflagrada em março deste ano. Na primeira fase da ação, 13 pessoas foram presas em flagrante suspeitas de comercializar medicamentos sem autorização legal.
A Polícia Civil da Bahia indiciou mais três pessoas suspeitas de participação em um esquema de venda ilegal do medicamento Mounjaro (tirzepatida), usado no tratamento de diabetes e amplamente procurado para emagrecimento. A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana.
O caso faz parte da Operação Peptídeos, deflagrada em março deste ano. Na primeira fase da ação, 13 pessoas foram presas em flagrante suspeitas de comercializar medicamentos sem autorização legal.
As investigações tiveram continuidade após a operação inicial. Com base na análise de materiais apreendidos e em novas diligências, a Justiça autorizou mais um mandado de prisão temporária, cumprido no último dia 8 de maio, em Feira de Santana. Com isso, o número de prisões cautelares ligadas ao caso chegou a 14.
Nesta terça-feira (19), a polícia concluiu mais uma etapa do inquérito e formalizou o indiciamento de três novos investigados. Eles poderão responder pelo crime previsto no artigo 273 do Código Penal, que trata da falsificação, adulteração, venda ou armazenamento de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou de origem desconhecida.
A legislação considera esse tipo de crime como hediondo, com pena que varia de 10 a 15 anos de prisão, além de multa.
De acordo com as investigações, os medicamentos eram comercializados sem controle adequado, incluindo ausência de receita médica, falhas no armazenamento e dúvidas sobre a procedência dos produtos.
A Polícia Civil informou ainda que continuará monitorando plataformas digitais, redes sociais e estabelecimentos comerciais da região para identificar novos casos de venda irregular de medicamentos.
Fonte: Folha do Estado






