De acordo com a especialista, a fisioterapia exerce papel central nesse processo, sendo responsável por estimular a chamada neuroplasticidade
A fisioterapeuta feirense, Emile Francis Barreto, tem se destacado no atendimento a idosos, com atuação iniciada em 2008 e marcada por dezenas de atendimentos domiciliares.
Ao longo da carreira, a profissional tem se dedicado à reabilitação e à promoção da qualidade de vida, com foco na recuperação de movimentos e na autonomia dos pacientes.
“Desde 2008, a fisioterapia faz parte da minha história, e de muitas outras também. Foram dezenas de atendimentos domiciliares, cada paciente com sua própria jornada de superação.Hoje, sou referência no cuidado com idosos, ajudando a devolver movimento, independência e qualidade de vida porque cada evolução importa.Cuidar é transformar vidas, todos os dias”.
Segundo ela, cada caso representa uma trajetória própria de superação, reforçando o papel do cuidado contínuo na transformação da vida dos atendidos.
“A reabilitação após um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma jornada desafiadora, mas essencialmente marcada pela esperança e pela capacidade de adaptação do corpo humano.Nesse cenário, a fisioterapia não é apenas um tratamento complementar; ela é o pilar fundamental que sustenta a ponte entre a sequela e a recuperação da autonomia”
Entre as áreas de atuação, a reabilitação de pacientes após Acidente Vascular Cerebral (AVC) é apontada como um dos principais desafios. De acordo com a especialista, a fisioterapia exerce papel central nesse processo, sendo responsável por estimular a chamada neuroplasticidade, mecanismo que permite ao cérebro criar novas conexões e compensar áreas afetadas. “ Além disso, o tratamento inclui exercícios voltados ao fortalecimento muscular e ao equilíbrio, fundamentais para reduzir limitações motoras e prevenir riscos, como quedas”.
Ainda segundo Émile Francis Barreto, o objetivo final da fisioterapia é promover a independência do paciente nas atividades do dia a dia. “A recuperação da capacidade de realizar tarefas simples, como se alimentar ou se locomover, representa um avanço significativo na qualidade de vida e na autoestima. O processo também contribui para diminuir a dependência de familiares, favorecendo a reintegração social e a manutenção da dignidade dos pacientes em processo de reabilitação”.
Fonte: Folha do Estado






