O petista afirmou ainda que sua relação com o presidente Lula (PT) não foi afetada após seu nome aparecer no contexto das investigações
O senador Jaques Wagner (PT-BA) comentou nesta sexta-feira (31) as citações ao seu nome nas investigações da Polícia Federal (PF) sobre o caso envolvendo o Banco Master, que tinha como controlador o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Durante entrevista ao programa Giro Baiana, da Baiana FM, Wagner afirmou que preferiu não detalhar o assunto por orientação de seu advogado, mas voltou a declarar que é inocente das acusações e defendeu que a PF siga com o trabalho de investigação.
“Tenho certeza que vou provar minha inocência. O inquérito dura um tempo. Agora estou focado na eleição. Que a PF faça seu trabalho, investigue, proponha ao Ministério Público, que avalie, depois a Justiça vai julgar”, afirmou nesta sexta-feira (31).
O senador também relembrou um episódio envolvendo a Arena Fonte Nova, em 2018, quando seu nome foi relacionado a uma investigação. Segundo Wagner, o caso não avançou e ele não chegou a ser indiciado. “[Foi um] barulho e não fui indiciado”, declarou.
Wagner diz que mantém apoio de Lula
O petista afirmou ainda que sua relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foi afetada após seu nome aparecer no contexto das investigações.
Segundo Wagner, ele recebeu apoio do presidente e decidiu deixar a função de líder do Governo no Senado para evitar impactos políticos. “Recebi bastante apoio de Lula. Entreguei o cargo para não perturbar, não contaminar o ambiente”, disse.
Senador fala sobre eleições e apoio no interior da Bahia
Durante a entrevista, Wagner afirmou que tem recebido manifestações de apoio durante viagens pelo interior da Bahia, onde o PT apresenta o Programa de Governo Participativo (PGP).
O senador disse estar focado na campanha eleitoral e na reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). “Estou agradecido ao carinho do povo nos PGPs. Tenho zero problemas. Estou trabalhando muito e estou tranquilo”, afirmou.
Wagner também defendeu a trajetória política do grupo liderado pelo PT na Bahia e destacou os governos que passaram pelo Estado desde 2007. “A Bahia era uma coisa antes e agora é outra. É muito serviço prestado e respeito às pessoas”, declarou.
Wagner comenta pesquisa e chapa do PT na Bahia
Sobre o cenário eleitoral, Wagner classificou a campanha do PT na Bahia como positiva e citou a união do grupo formado por ele, pelo ex-governador Rui Costa (PT) e pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT).
“Rui está na frente e eu não disputo com Rui. Um puxa o outro e os três vão juntos”, afirmou o senador, em referência à pesquisa Genial/Quaest divulgada recentemente.
Fonte: Bahia.ba





