A partida foi disputada no Estádio Manoel Barradas e gerou críticas de torcedores pela derrota dentro de casa
O presidente do Vitória, Fábio Mota, comentou a situação da equipe após a derrota por 2 a 1 para o Botafogo-PB, de virada, na estreia da Copa do Nordeste. A declaração foi feita durante participação no programa “A Hora do Leão”, da Salvador FM, nesta sexta-feira (27). A partida foi disputada no Estádio Manoel Barradas e gerou críticas de torcedores pela derrota dentro de casa.
O Vitória entrou em campo com uma equipe bastante modificada em relação ao time que venceu o Mirassol por 1 a 0 no último fim de semana, pelo Campeonato Brasileiro Série A. Mota explicou que as mudanças fizeram parte do planejamento do clube.
“Se o Vitória tivesse feito três ou quatro [gols] tinha merecido, o Vitória era o melhor clube do Brasil. Infelizmente, perdemos um caminhão de gols e demos dois gols. Mas, a gente não se arrepende do planejamento”, iniciou.
O dirigente também destacou que, embora o clube queira conquistar a Copa do Nordeste, a prioridade da temporada 2026 é manter o time na elite do futebol nacional.
“A gente não pode cair pra Série B. Se a gente cair pra Série B, a gente perde R$ 150 milhões e o clube fecha. Se a gente já tem dificuldade financeira do jeito que tá, imagine na Série B? E não foi fácil pra chegar na Série A. Foi uma luta muito grande da torcida, da diretoria (…)”, enfatizou.
Sobre o planejamento físico dos atletas, Mota explicou como funciona o monitoramento do desgaste dos jogadores. Segundo ele, o clube utiliza um equipamento chamado CK, que mede o nível de estafa muscular dos atletas.
“Ali o Vitória era o melhor time de todos os tempos. Ganhou do Mirassol. Aí perto do Botafogo é o pior. Ou seja, nos jogadores ali, os 11 atletas, tinha jogador que tava com índice 9.9 na escala de 10. Você não ia correr risco de botar aqueles caras pra jogar”, informou.
O presidente também citou a lesão do volante Dudu e reforçou a importância de preservar outros jogadores importantes do elenco.
“Você já perdeu o Dudu e aí você perdia um Baralhas, você perdia um Erick, e aí como seria a nossa temporada, entendeu? Então não tinha outra coisa a fazer, a não ser botar aquele time mesmo. É, porque se você perde um Baralhas hoje ou perde um Martinez, vai encontrar onde um jogador igual com a mesma condição? Pois é, não tem”, concluiu Mota.
Fonte: Bahia.ba






