Homem exercia função na cidade de Sento Sé, no norte da Bahia. Exoneração foi anunciada na segunda-feira (22).
O subprocurador do município de Sento-Sé, no norte da Bahia, foi exonerado do cargo, na última segunda-feira (22), por suspeita de estuprar uma criança de 11 anos. A decisão da Procuradoria do Município foi publicada no Diário Oficial, após o registro do boletim de ocorrência pela família da vítima, no mesmo dia.
Segundo informações publicadas no g1, a família relatou à polícia que o caso ocorreu na cidade de Jaguarari, a 289 km de Sento Sé, em uma feira municipal. O acusado teria convidado a vítima para ir até o escritório dele a fim de ganhar um picolé.
A garota contou aos familiares que o acusado teria dado dinheiro a ela e tocado passado a mão em seu corpo. Assustada, ela pediu para ir embora e relatou os fatos à família, que chamou a polícia, mas quando os agentes chegaram ao local, o criminoso havia fugido.
Segundo a prefeitura de Sento Sé, o suspeito tinha vínculo temporário e foi imediatamento exonerado. E a Ordem dos Advogados informou que o subprocurador não integra o quadro da subseção do órgão.
Confira nota da prefeitura:
“A procuradoria do município de Sento Sé informa que o servidor citado, Reges Gonçalves Costa Pinto, possuía vínculo temporário, de livre nomeação e exoneração, e foi imediatamente exonerado tão logo a gestão municipal tomou conhecimento da investigação policial.
Esclarecemos que o ex-servidor está sendo acusado do crime de assédio sexual e a exoneração configura medida administrativa preventiva, adotada de forma responsável e cautelar, destacando-se que o suposto fato investigado não ocorreu no âmbito do município de Sento Sé.
A procuradoria repudia toda e qualquer prática criminosa, de qualquer natureza, e reafirma seu compromisso com o devido processo legal e com o princípio constitucional da presunção de inocência, previsto no artigo 5º, inciso lVII, da Constituição Federal.
A gestão municipal confia na atuação da justiça e permanece à inteira disposição das autoridades competentes para os esclarecimentos que se fizerem necessários”.
Fonte: Folha do Estado







