O dirigente petista também acusou a família Bolsonaro de recorrer a temas paralelos
O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou neste domingo (12) que a carta divulgada por Jair Bolsonaro, na qual o ex-presidente aponta o senador Flávio Bolsonaro como seu porta-voz, tem o objetivo de desviar a atenção das denúncias envolvendo o parlamentar.
Segundo Éden, a prioridade da campanha da extrema direita seria afastar o debate sobre a relação de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro e a promessa de apresentação de um contrato que, segundo ele, justificaria os valores recebidos pelo senador.
“Apareceu carta de Rubio agradecendo a Flávio por oferecer participação na equipe de transição e o PIX de bandeja. Apareceu carta de Jair reclamando que os amiguinhos estão sendo injustos e pedindo para a turma aceitar seu filho. Só não apareceu o prometido contrato, suposto contrato, improvável contrato que tornaria a relação de Flávio com Vorcaro algo apenas comercial — e não essa irmandade que movimentou centenas de milhões de reais no maior escândalo da história do Brasil”, afirmou.
O dirigente petista também acusou a família Bolsonaro de recorrer a temas paralelos para evitar discussões sobre as acusações envolvendo o senador.
“Entre dancinhas, cartinhas e desavenças familiares, a campanha da extrema-direita aposta na retenção da atenção sobre coisas supérfluas para distrair o foco do que realmente importa: a candidatura de Flávio Bolsonaro transborda denúncias de envolvimento em ilegalidades e é um vazio completo de propostas, projetos ou programas. Chega de carta. O Brasil quer saber onde está o contrato e aonde foi parar o dinheiro que Flávio Bolsonaro pediu ao Banco Master?”, declarou Éden Valadares.
Fonte: Bahia.ba





