A primeira oportunidade veio no empate sem gols contra o Millonarios, na Colômbia, pela Copa Sul-Americana. Em um cenário adverso, com time alternativo e altitude, Nicolas começou entre os titulares, atuou por 62 minutos e somou mais de 20 ações entre desarmes, interceptações e cortes.
DE VOLTA AOS HOLOFOTES
A primeira oportunidade veio no empate sem gols contra o Millonarios, na Colômbia, pela Copa Sul-Americana. Em um cenário adverso, com time alternativo e altitude, Nicolas começou entre os titulares, atuou por 62 minutos e somou mais de 20 ações entre desarmes, interceptações e cortes.
A atuação ganha ainda mais peso pelo contexto: o jovem, agenciado por Giuliano Bertolucci, é monitorado pela seleção da Suíça e vive momento decisivo para definir seu futuro internacional.
Com cidadania suíça e espanhola, Nicolas já teve três reuniões com representantes da federação suíça, que tentam convencê-lo a defender o país. O movimento acontece justamente quando o lateral volta a ganhar minutos no clube.
A atuação foi suficiente para convencer Roger Machado, que já havia preparado o teste.
“Chamei e disse que ele jogaria hoje, que penso que ele tem capacidade para ajudar nessa partida. Para o Wendell eu disse que oportunizaria chance para o Nicolas, para que a gente pudesse sentir ele num jogo internacional. E acho que ele foi muito bem”, disse Roger, após empate em Bogotá.
DE PROMESSA ELOGIADA A OPÇÃO ESQUECIDA
O bom desempenho contrasta com o momento anterior do lateral. Mesmo elogiado publicamente por Roger, que destacava sua capacidade de atuar também por dentro, Nicolas vinha perdendo espaço. Desde que subiu ao profissional, foi relacionado apenas nove vezes para o banco, menos que outros jovens do elenco.
Antes mesmo de se firmar no profissional, Nicolas já chamava atenção fora do país. Ele foi eleito pelo jornal AS o melhor lateral-esquerdo sub-17 em 2024 e despertou interesse de clubes como Barcelona e Stuttgart, onde chegou a realizar um período de treinos.
Fonte:Notícias ao Minuto






