A negociação veio à tona após uma reportagem noticiar a tratativa bloqueada pelo ministro do STF André Mendonça
O senador e pré-candidato à reeleição Jaques Wagner (PT) contestou que existam irregularidades na venda de um terreno avaliado em R$ 15,8 milhões. De acordo a defesa do petista, as negociações para a venda do imóvel começaram antes da operação da PF (Polícia Federal).
A negociação veio à tona após uma reportagem noticiar a tratativa bloqueada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, afirmando que a tentativa de venda ocorreu após a investigação sobre recebimento de propina do Banco Master.
Em resposta, a defesa destacou que a venda do imóvel é resultado de uma negociação iniciada em 2024 e formalizada em 2025 pelo City Football Group, holding que administra o Esporte Clube Bahia.
A nota sustenta ainda que “a escritura pública foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta”, além de que todos os trâmites legais e tributários foram cumpridos, descaracterizando qualquer relação com a ação policial.
Jaques Wagner é investigado no caso do Banco Master
No dia 18 de junho, o senador Jaques Wagner passou a ser alvo da Operação Compliance Zero, que apura o escândalo do Banco Master. A investigação apura vínculos entre os integrantes do esquema e pessoas ligadas ao parlamentar.
Devido à operação, Jaques Wagner saiu da liderança do governo Lula (PT) em 24 de Junho. Segundo ele, a decisão foi tomada em comum acordo com o presidente durante uma reunião realizada em Brasília.
Ao justificar sua saída da liderança governista, Wagner afirmou que sua prioridade absoluta será demonstrar sua inocência perante as acusações que surgiram no decorrer das investigações.
Fonte: Bahia.ba





