Final entre Cruzeiro e Atlético tem 23 expulsos em briga generalizada no campo

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Raposa venceu o Galo e conquistou o título do Campeonato Mineiro

O Cruzeiro voltou a conquistar o Campeonato Mineiro após seis anos e, de quebra, impediu o heptacampeonato do Atlético-MG neste domingo (8). No entanto, a final do estadual ficou marcada por uma briga generalizada em campo no Mineirão. A súmula do clássico registrou 23 expulsões de jogadores das duas equipes.

No documento da arbitragem, o árbitro Matheus Candançan, de São Paulo, destacou quem a confusão começou com um desentendimento entre o goleiro Everson, do Atlético, e o meia Christian, do Cruzeiro, na grande área.

“Por após receber uma falta, derrubar seu adversário, partir para cima e com brutalidade, atingir com o joelho, o rosto do seu adversário de Nº 88. Esclareço que após essa ação teve início uma briga generalizada, não sendo possível apresentar o cartão vermelho”, descreveu.

Para Candançan, o desentendimento entre os dois desencadeou toda confusão.

“Por atingir com a canela a cabeça de seu adversário de Nº 22, com uso de força excessiva e intensidade alta, quando a bola já estava em posse do goleiro. Esclareço que após essa ação teve início uma briga generalizada, não sendo possível apresentar o cartão vermelho”, continuou.

A partir de então, os jogadores da Raposa partiram para cima do goleiro, que foi defendido pelos companheiros do Galo. Lucas Romero acertou uma voadora em Everson, que havia sido atingido por Matheus Henrique. Christian deu um soco em Lyanco e recebeu uma voadora de Junior Alonso. Cassio foi para cima de Lyanco, acabou sendo contido. Depois, o zagueiro atleticano trocou socos com Gerson e levou um chute do goleiro cruzeirense. Lucas Romero também acertou um murro no zagueiro adversário.

Hulk foi outro protagonista da briga. Ele recebeu uma voadora de Villalba, mas revidou com socos e chute em Romero. O zagueiro cruzeirense também trocou agressões com Renan Lodi e levou um murro de Everson. João Marcelo deu um soco no atacante do Galo e logo depois também foi agredido por Preciado.

Durante a briga, Junior Alonso deu um soco no rosto de Walace e depois foi derrubado e chutado por Kaio Jorge. O atacante cruzeirense também trocou agressões com Gabriel Delfim. Fagner também participou da briga com o goleiro atleticano.

Pelo lado do time mandante, que era a Raposa, foram expulsos o goleiro Cássio, os laterais Fagner, Kauã Prates, os zagueiros Fabrício Bruno, João Marcelo e Villalba, os meias Christian, Lucas Romero, Matheus Henrique, Walace e Gerson, além do atacante Kaio Jorge. Já no Galo, o vermelho foi mostrado para os goleiros Everson e Gabriel Delfim, os laterais Preciado e Renan Lodi, os zagueiros Lyanco, Ruan Tressoldi e Junior Alonso, o volante Alan Franco e os atacantes Alan Minda, Cassierra e Hulk.

“Expulso por, durante a briga generalizada, após o término da partida, desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários, não sendo possível apresentar o cartão vermelho devido ao tumulto”, relatou Candançan.

O árbitro requisitou proteção da Polícia Militar no meio da confusão. Seguranças dos dois times e policiais militares foram acionados para tentar separar a briga. A partida foi encerrada após os jogadores serem controlados.

O jogo único da final terminou com a vitória do Cruzeiro sobre o Atlético-MG por 1 a 0. O gol foi marcado por Kaio Jorge aos 14 minutos do segundo tempo. A Raposa levantou a taça do mineiro pela 39ª vez na sua história. A última conquista havia sido em 2019.

 

 

Fonte: Bahia.ba 

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Vicente Santos é responsável pelas informações e imagens apresentadas nesta postagem.Radar News não se responsabiliza pelo conteúdo publicado.
Sou Jornalista formado desde de 2014, radialista. Sempre em busca da informação

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