Brasileiro de 22 anos morre durante guerra da Ucrânia e família tenta repatriação

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O soldado brasileiro Hendrick Lima Gonçalves, de 22 anos, morreu em combate na guerra da Ucrânia, na última sexta-feira (30). A família dele, da cidade de Tucuruí, no sudeste do Pará, recebeu a confirmação da morte no sábado (31). 

Familiares usaram as redes sociais para comunicar que estão na busca de informações sobre as circunstâncias da morte e tentam viabilizar o traslado do corpo de volta ao Brasil. 

Até esta segunda-feira (02), não havia informações sobre a localização exata e a liberação do corpo de Hendrick, nem previsão se o corpo poderá ser transportado para o território paraense. 

As dificuldades enfrentadas pela família

A irmã de Hendrick relatou que a família já fez contato com o consulado e diretamente com o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, mas as respostas não são imediatas devido à burocracia, ao envio de documentos e a diferença de fuso horário.

Os familiares ainda afirmam que a missão militar na qual o jovem estava ainda não foi totalmente concluída, o que dificulta o acesso a informações oficiais e por isso só estão recebendo relatos de outros combatentes. 

A família também considera praticamente impossível conseguir recuperar o corpo de Hendrick. Segundo as informações que eles receberam, ele estava em uma área de risco, o que impossibilita o resgate.

Diante do cenário de guerra, a prioridade da família neste momento é regularizar a documentação do jovem, reaver pertences pessoais e medalhas militares.

O Itamaraty afirma que está a disposição

O Ministério das Relações Exteriores informou, em nota, que a Embaixada do Brasil em Kiev permanece à disposição para prestar a assistência cabível à família do jovem. 

O órgão também declarou que o atendimento do Estado brasileiro é feito por meio do contato direto dos parentes interessados e segue as regras dos tratados internacionais. 

O Itamaraty destacou que está alertando os cidadãos brasileiros sobre o perigo na região desde o agravamento do conflito. O caso segue sob acompanhamento das autoridades diplomáticas brasileiras.

 

 

Fonte: Bnews

Reprodução/Redes Sociais
foto Reprodução/Redes Sociais
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Sou Jornalista formado desde de 2014, radialista. Sempre em busca da informação