Aporte anual salta após SAF e coloca Tricolor em novo patamar nacional
A chegada do City Football Group (CFG) marcou uma mudança estrutural nas divisões de base do Bahia. Desde 2023, considerado o “ano zero” da SAF, o investimento anual no setor praticamente triplicou, colocando o clube em um novo patamar no cenário nacional.
Conforme apuração do bahia.ba, até 2022 o clube operava com um orçamento anual de no máximo R$ 10 milhões destinados à base. A partir da entrada do Grupo City, os valores passaram por uma mudança significativa.
Em 2023, o aporte saltou para R$ 22 milhões. Em 2024, já com o projeto em consolidação, o investimento subiu para R$ 25 milhões. Em 2025, o Esquadrão alcançou R$ 27 milhões destinados exclusivamente à formação de atletas.
O crescimento progressivo reposiciona o Bahia no cenário nacional. Hoje, o clube já opera na casa dos R$ 30 milhões por temporada na base, valor semelhante ao de equipes como Athletico-PR, Vasco, Grêmio, Internacional, Cruzeiro e Red Bull Bragantino, que investem entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões por ano.
O aporte ainda está abaixo do bloco formado por Botafogo, Santos, Fluminense, Corinthians e Atlético-MG, que destinam cerca de R$ 43 milhões anuais ao setor. Flamengo, Palmeiras e São Paulo superam a faixa dos R$ 50 milhões por temporada.
Os números, portanto, colocam o Tricolor de Aço como o maior investidor do Nordeste na formação de jovens jogadores.
A mudança orçamentária faz parte de um projeto de longo prazo. A base passou a ser tratada como eixo estratégico dentro do modelo do Grupo City, com foco na revelação de jogadores de alto nível e valorização futura dos atletas formados no clube.
Ainda conforme apuração do bahia.ba, a projeção interna aponta para 2033 como horizonte para que o Bahia alcance o mais alto nível estrutural do país em termos de formação. O salto financeiro registrado nos últimos três anos é visto como o primeiro passo dessa meta.
Fonte: Bahia.ba







