Eleita deputada, Eduarda Campopiano defendeu colonização do Brasil e chamou indigenas de canibais

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Candidata mais votada a deputada estadual de São Paulo, com 1.956.238 votos, Eduarda Campopiano (PL), de 23 anos, reúne uma série de declarações polêmicas. Assumidamente conservadora e anti-feminista, o desempenho da agora deputada estadual eleita entrou para história de São Paulo.

Nascida em 2003 e já tendo atuado como influenciadora digital, a deputada eleita já celebrou a colonização do Brasil e afirmou que os indígenas eram canibais. Em participação no podcast RedCast, ela afirmou que sem a catequização dos indígenas, eles estariam “cometendo canibalismo”.

“Glória a Deus que colonizaram, glória a Deus que catequizaram as índias. Glória a Deus que a extrema direita chegou e falou para os índios: ‘galera, fazer sacrifício e comer o braço do irmãozinho não é legal, enterrar criança viva”, disse ela na ocasião.

“Glória a Deus que a extrema direita chegou e falou para os índios: ‘Galera, fazer sacrifício e comer o braço do irmãozinho não é legal, enterrar criança viva”, completou.

Na área da segurança pública ela já defendeu o direito ao porte de armas de fogo, apontando ainda que a medida pode proteger as mulheres vítimas de violência. Ela ainda já se posicionou contra políticas de cotas raciais.

Ataque a Erika Hilton

Após ser eleita deputada estadual, Eduarda usou as redes sociais para atacar a deputada federal Erika Hilton (PSOL). Na postagem feita no X, ela chamou a psolista de “homem biológico” e debochou sobre ter se tornado a mulher mais votada de São Paulo.

“Oi Erika Hilton. Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs”, escreveu ela.

Erika Hilton foi a deputada mais votada do país, recebendo 1.5 milhão de votos, sendo a maior da história de uma mulher que concorria à Câmara de Deputados..

 

Fonte: Bnews

Reprodução/redes sociais
foto Reprodução/redes sociais
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