O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) abriu uma investigação para apurar a conduta de um juiz de Direito visto ingerindo vinho diretamente da garrafa e fumando um cigarro durante uma sessão de julgamento realizada por videoconferência na última segunda-feira (10).
Em imagens da transmissão remota, o magistrado aparece virando a garrafa de bebida alcoólica na boca e, na sequência, acendendo um cigarro com o auxílio de um maçarico diante da câmera.
A sessão de julgamento precisou ser suspensa assim que os participantes constataram o consumo de álcool no decorrer dos trabalhos. O magistrado envolvido ocupa o cargo de juiz de Direito auxiliar de 2º grau e está lotado no 4º Núcleo de Justiça 4.0 Cível Família da Corte mineira.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) abriu uma investigação para apurar a conduta de um juiz de Direito visto ingerindo vinho diretamente da garrafa e fumando um cigarro durante uma sessão de julgamento realizada por videoconferência na última segunda-feira (10).
Em imagens da transmissão remota, o magistrado aparece virando a garrafa de bebida alcoólica na boca e, na sequência, acendendo um cigarro com o auxílio de um maçarico diante da câmera.
A sessão de julgamento precisou ser suspensa assim que os participantes constataram o consumo de álcool no decorrer dos trabalhos. O magistrado envolvido ocupa o cargo de juiz de Direito auxiliar de 2º grau e está lotado no 4º Núcleo de Justiça 4.0 Cível Família da Corte mineira.
Procedimento disciplinar na Corregedoria
Após a repercussão do caso, a presidência do TJ-MG acionou os órgãos de controle interno para verificar eventual cometimento de infração funcional ou violação aos deveres do Código de Ética da Magistratura.
Após a repercussão do caso, a presidência do TJ-MG acionou os órgãos de controle interno para verificar eventual cometimento de infração funcional ou violação aos deveres do Código de Ética da Magistratura.
Confira a nota oficial encaminhada pelo TJ-MG:
“O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), tão logo ciente dos fatos, solicitou imediata e rigorosa apuração, mediante instauração de procedimento para eventual constatação de falta funcional junto à Corregedoria-Geral de Justiça e ao Órgão Especial do Judiciário estadual mineiro”.
Fonte: Bahia.ba





