O oposicionista afirmou que obras prometidas pelo petista durante a campanha de 2022 ainda não foram concluídas
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), voltou a criticar a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) durante uma agenda política em Prado, no extremo sul do estado, neste sábado (1º). O oposicionista afirmou que obras prometidas pelo petista durante a campanha de 2022 ainda não foram concluídas.
Em encontro com lideranças políticas da região, ACM Neto citou como exemplos a ponte de acesso ao município de Prado, a pavimentação da estrada que liga a cidade ao distrito de Cumuruxatiba e intervenções de infraestrutura previstas para conectar localidades do litoral baiano.
Segundo o ex-prefeito, a obra da estrada para Cumuruxatiba avançou apenas parcialmente. Ele também mencionou a ligação entre Corumbau e Caraíva, a ponte entre Belmonte e Canavieiras e a travessia sobre o Rio Jequitinhonha como demandas que, na avaliação dele, seguem sem solução definitiva.
“Quatro anos depois, não concluiu a ponte de acesso ao Prado, fez apenas um quilômetro e meio dos 40 quilômetros da estrada para Cumuruxatiba e não houve nenhuma ação de integração entre Prado e Porto Seguro”, afirmou.
Postulante ao Palácio de Ondina criticou a fila da regulação
Durante o discurso, ACM Neto também retomou críticas à saúde pública estadual e questionou a promessa feita por Jerônimo Rodrigues de zerar a fila da regulação. Para ele, o problema continua afetando pacientes que aguardam consultas, exames e procedimentos médicos.
“Quatro anos se passaram, e eu pergunto a vocês: acabou a fila da regulação? Infelizmente continua morrendo muita gente esperando por atendimento médico”, declarou.
O evento reuniu lideranças políticas do extremo sul da Bahia, incluindo o candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), o candidato ao Senado João Roma (PL), deputados estaduais e federais, além de prefeitos da região. Durante a agenda, Neto também afirmou perceber uma mudança no sentimento do eleitorado baiano em relação à disputa pelo governo estadual.
Fonte: Bahia.ba





