“Não gosto de puxa-saco”, dispara Zé Ronaldo durante coletiva

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Durante coletiva realizada na manhã de terça-feira (10), no Paço Municipal Maria Quitéria, para anunciar detalhes da assinatura do edital de contratação de uma Parceria Público-Privada (PPP) destinada à construção do Hospital Municipal de Feira de Santana, o prefeito Zé Ronaldo acabou chamando atenção não apenas pelo anúncio administrativo, mas também por um recado político que deixou muita gente intrigada.

O evento, que reuniu secretários municipais, políticos aliados, simpatizantes e ocupantes de cargos de confiança, tinha como foco a apresentação do modelo de parceria que viabilizará a construção da nova unidade hospitalar. No entanto, em meio às explicações técnicas e projeções para a área da saúde, o prefeito aproveitou o momento para mandar um recado direto — e público — aos chamados “puxa-sacos” da administração.

Com a experiência de quem já percorreu várias décadas na vida pública, Zé Ronaldo foi direto ao ponto. Disse que não gosta de bajuladores, que identifica facilmente esse tipo de comportamento e que, inclusive, já percebeu quem são alguns deles dentro da própria administração.

Segundo o prefeito, essa postura não contribui para a gestão e tampouco ajuda a cidade. O que ele prefere — deixou claro — é trabalho.

A fala, aparentemente simples, caiu como uma bomba no meio da sala. O ambiente estava cheio: secretários, assessores, figuras políticas e integrantes do governo. E a pergunta que ficou no ar foi inevitável: para quem exatamente foi o recado?

Nos bastidores, a declaração gerou um clima de curiosidade e especulação. Afinal, quando um gestor experiente decide dar um aviso público desse tipo, dificilmente é por acaso. Em política, recados costumam ter endereço — ainda que não venham com nome e sobrenome.

O episódio acabou deixando uma impressão clara: o prefeito parece não estar totalmente satisfeito com o desempenho de algumas peças do seu próprio governo. E, ao que tudo indica, decidiu deixar isso registrado em alto e bom som.

A mensagem, mesmo sem destinatário declarado, foi entendida por muitos como um alerta interno. Antes de bajular, é preciso trabalhar.

O recado foi dado. E, como diz o velho ditado da política: manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Matéria do site O Protagonista

Divulgação/ oprotagonista
foto Divulgação/ oprotagonista
Vicente Santos é responsável pelas informações e imagens apresentadas nesta postagem.Radar News não se responsabiliza pelo conteúdo publicado.
Sou Jornalista formado desde de 2014, radialista. Sempre em busca da informação

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