Ex-presidente Michel Temer foi alvo de críticas por parte da Acadêmicos de Niterói, em homenagem a Lula
Um dos principais criticados durante o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que levou um samba enredo em homenagem ao presidente Lula (PT), o ex-presidente Michel Temer (MDB) reagiu ao ataque. Segundo o político, tratou-se de uma “sátira política” e que é “uma tradição de Carnaval”.
Temer ainda afirmou que a escola de samba tem a liberdade de expressão de fazer críticas e sátiras, e ressaltou que é um defensor dessa liberdade.
“A sátira política é parte da tradição do Carnaval. E como defensor da liberdade de expressão e da liberdade artística, não julgo as escolhas feitas como tema na avenida. Como o samba é o espaço da criatividade e da fantasia, não faz sentido cobrar rigor histórico num enredo ou questionar a troca da crítica social pela bajulação na Sapucaí.
Durante o desfile da Acadêmicos de Niterói, durante a passagem do carro abre-alas, Temer foi representado por um bailarino com uma máscara do político. Na cena, ele aparece arrancando a faixa presidencial da ex-presidente Dilma Rousseff, que também foi retratada, na sequência passando a faixa para o ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o comunicado emitido pelo ex-presidente, ele criticou a política econômica adotada pelo presidente Lula e lembrou das conquistas que obteve após assumir o mandato como presidente, após o impeachment de Dilma. Ele ainda reagiu ao que chamou de “ilusionismo da Esplanada”.
“O problema é quando adotam o ilusionismo na Esplanada, promovendo a irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente — e negando conquistas, como as reformas trabalhista, do ensino médio e da previdência. É triste ver a troca da ponte para o futuro por uma volta ao passado”
Veja a nota na íntegra
“A sátira política é parte da tradição do Carnaval. E como defensor da liberdade de expressão e da liberdade artística, não julgo as escolhas feitas como tema na avenida.
Como o samba é o espaço da criatividade e da fantasia, não faz sentido cobrar rigor histórico num enredo ou questionar a troca da crítica social pela bajulação na Sapucaí.
O problema é quando adotam o ilusionismo na Esplanada, promovendo a irresponsabilidade fiscal, juros altos e o endividamento público crescente — e negando conquistas, como as reformas trabalhista, do ensino médio e da previdência. É triste ver a troca da ponte para o futuro por uma volta ao passado.
Fonte: Bahia.ba







